30.04.17
FOTOS & VÍDEOS: Bea Miller no Red Carpet e no palco do RDMA 2017

Neste sábado (29/04), Bea Miller compareceu ao Radio Disney Music Awards 2017, onde apresentou uma categoria e estava, claro, linda! A premiação vai ao ar dia 30/04 nos Estados Unidos e dia 21/05 aqui no Brasil, com transmissão do Disney Channel.

No Red Carpet: A cantora vestia um vestido caqui longo com cardaço Elisabetta Franchi ($366.00), uma chocker dourada com cristais Adornmonde Santiago ($86.00), anéis da coleção Crescent Spike da Luv Aj (Esgotado), e sapatos Steve Madden Satya ($89.95). Preços em dólares.

Créditos: Steal Her Style

No palco: Bea apresentou a categoria “Mashup!” (Melhor Colaboração) e quem ganhou foi a música “Bad Things” colaboração de Machine Gun Kelly com a amiga e ex-colega de The X Factor da Bea, Camila Cabello. Foi emocionante o reencontro, com um abraço apertado, das amigas quando Camila subiu ao palco para receber o prêmio.

Confira abaixo fotos e vídeos da presença da Bea na Premiação.

Fotos
Bastidores

Red Carpet

Palco

Vídeos
Para iHeartRadio


Para 102.7 KIIS FM (a partir de 0:47)

FIQUEM DE OLHO! Atualizaremos o post conforme saírem mais fotos e vídeos.

28.04.17
Bea Miller para FUSE : BEA MILLER NO ‘CHAPTER ONE: BLUE’, IMPORTÂNCIA DA VULNERABILIDADE E FEMINISMO: ENTREVISTA

O site FUSE publicou uma entrevista com a cantora Bea Miller no dia 27/04/2017. E aqui está a tradução da entrevista completa em Português para vocês!

FUSE: Acredito que o Chapter One: Blue seja o trabalho mais honesto que você já tenha feito.

Bea Miller: Eu comecei a escrever esse álbum mais ou menos um ano atrás. Ainda não terminei de escrever todas as músicas porque queria que elas estivessem atualizadas já que vou estar disponibilizando elas em diferentes partes do ano. Sinto que ninguém escuta mais aos álbuns completos e é muito difícil encontrar as músicas pois ninguém pesquisa o suficiente para encontra-las. Então eu estava pensando como podia me conectar com isso. Então pensei que essa seria a melhor forma de fazer isso. Quando eu estava escrevendo elas sem planejar um lançamento, eu estava muito inspirada nos primeiros meses. Eu acordei uma manhã e percebi que eu estava reprimindo a minha realidade por muito tempo e não estava aceitando que algo muito importante na minha vida não estava mais fazendo bem pra mim. É por isso que a minha escrita antes não estava muito conectada comigo. Eu percebi isso e pensei “Ai meu Deus! Esse é o começo de uma nova vida e o começo de várias coisas novas que estou por escrever.” Eu estava sentada em um trem aquele dia, porque eu estava em Nova Iorque indo para o estúdio, e comecei a escrever no meu notebook sobre coisas boas que eram mascaradas como coisas boas. Então isso acarretou não só no Blue, mas em todas as outras músicas que estão por vir.

 

FUSE: Como você acha coragem pra ser tão bruta com suas músicas?

Bea Miller: Quando eu gravei meu primeiro álbum eu tinha 14 ou 15 anos, e nessa época eu não era uma escritora experiente. Eu tinha medo do que as pessoas iriam pensar de mim e eu estava passando por alguns momentos difíceis  então eu pensei que não poderia fazer isso. Eu não escrevi a maior parte das músicas naquele álbum e meus fãs falavam pra mim o quão significativas essas músicas eram para eles e o quanto elas os ajudavam. Eu me senti meio que uma mentirosa. Não era como se eu não me visse nas músicas, mas ainda sim não era a minha história. Isso me inspirou a dizer “Ok, de agora em diante eu não vou lançar músicas que eu não tenha escrito.” Eu quero ser a pessoa que realmente os ajude e esteja realmente lá por eles.

 

FUSE: Conte-me a história por trás de fazer “Burning Bridges.” É com certeza a mais intensa das três músicas.

Bea Miller: Escrevi algumas semanas após escrever “Song Like You”, que foi o marco inicial para uma música “o que eu faço agora?” sobre alguém na minha vida que não estava mais funcionando. Eu trabalhei nela com um produtor chamado Oak e uma co-escritora chamada Steph Jones. Steph é uma das minhas amigas mais próximas e ela sabia de tudo que estava acontecendo na minha vida. Eu estava contando pra eles o quanto eu estava com raiva e como me sentia abandonada. Como eles sabiam da história, foi fácil colocar numa música.

 

FUSE: Como você escolheu as cores para o projeto?

Bea Miller: Eu vejo músicas em cores, e eu coloquei elas dentro de grupos baseado nas cores que vejo quando escuto elas. Eu acho muito legal e acontece não só com qualquer um que veja músicas em cores, mas com qualquer um que relacione sentimentos com cores. O azul são os estágios iniciais de algo que não está dando certo. Você se sente sozinho e abandonado, mas você não aceita isso. Então o Chapter Red pode significar muitas coisas. É raiva e frustração mas também empoderamento. Você está meio que se preparando pra o que está por vir e escolhe resolver os seus problemas. Chapter Three, que é o Yellow, é de uma cor mais feliz. é o fim de uma experiência em que você você fica tipo “Eu aceitei isso, eu superei isso e segui em frente.” Agora estou preparada para encarar o que vem por aí.

 

FUSE: Os EPs vão virar um álbum?

Bea Miller: Sim, vou lançar três músicas a cada três meses. O álbum completo dos EPs  virá com mais três musicas.

 

FUSE: Existe tanta influências de artistas femininas recentemente. Você sente alguma pressão pra competir com elas?

Bea Miller: Não, nunca. Eu sou uma fã das artistas criando música. Eu sou animada e espero conhecer muitas delas, e também escutar a opinião delas porque eu respeito muitas delas. Mas nesse momento estou só pensando em mim mesma e no que eu preciso fazer.

 

FUSE: Eu sei que somos os dois fãs da Zara Larson!

Bea Miller: Eu adoraria conhecer ela! Espero que seja logo. Estou gostando muito de Khalid no momento também. Parece que todo mundo está descobrindo ele devagar. Ele acabou de lançar seu álbum e ele já está sendo bem reconhecido entre as pessoas que eu conheço. Eu escuto muito Beatles, mas obviamente eles estão aqui desde sempre.

 

FUSE: Da última vez que nos falamos você estava em turnê com a Selena Gomez. Quais são algumas das lições que você aprendeu enquanto estava na estrada?

Bea Miller: Aprendi muito sobre mim mesma. Estar ao lado das mesmas pessoas todos os dias na verdade te ensina muito, o que é surpreendente. Mas eu escutava as músicas da Selena e a assistia em Os Feiticeiros de Waverly Place, e ela é alguém que vem fazendo isso a tanto tempo e ainda sim é tão sucedida. Estar perto dela definitivamente me ensinou muito, e também viajar e cantar para novas pessoas todas as noites. Ela me mostrou que se ela pode fazer isso, eu posso fazer isso. E é isso.

 

FUSE: Nós temos visto você crescer nessa industria desde o The X Factor. Não é difícil as vezes?

Bea Miller: Acho que o mais difícil é o fato de eu ter sido tão aberta. Eu olho pra outros artistas hoje que também começaram muito jovens e o quão difícil é sempre ter pessoas olhando para eles. Quando você é adolescente, e até quando você já está passando pela vida, você comete muitos erros. É difícil quando outras pessoas estão olhando para isso e elas pensam “Você é uma criança. Como você pode cometer esse erro quando as pessoas estão olhando pra você?” Você não pode cometer erros. Se eu faço algo errado, eles podem obter uma ideia errada. Ao mesmo tempo, as pessoas que eu sou só uma pessoa fazem isso tudo especial.

 

FUSE: Você tem um relacionamento tão bom e aberto com seus fãs no twitter.

Bea Miller: Quando eu era mais nova eu estava procurando por um artista que me manteria atualizada e me diria a verdade. Mas na música pop, muitas das artistas jovens femininas de 2008-2009 eram muito “felizes e sortudas”, era tudo festas e se divertir. Isso era ótimo quando eu me sentia assim, mas não havia nada para quando eu me sentisse sozinha. Me tornei comprometida a ser essa artista que eu estava buscando quando eu era jovem. Acho isso especial, pois tenho 18 anos e mais ou menos a mesma idade de muitos dos meus fãs. Isso exemplifica a conexão.

 

FUSE: Mas as vezes você não teme compartilhar demais?

Bea Miller: Hmm, essa é uma boa pergunta. Eu realmente não planejo isso. As vezes eu sou muito aberta e as vezes privada e sinto que só as pessoas envolvidas devem saber sobre isso. Quando estou chateada com respeito a alguma coisa, preciso de tempo para escrever sobre isso ou conversar sobre isso antes de compartilhar com outras pessoas. Mas muitas vezes eu nem penso muito sobre o assunto, então tweeto ou falo. As vezes isso é mal visto mas tudo bem, isso é parte de ser humano. É mais humano quando você comete esse tipo de erro.

 

FUSE: Eu admirei quando você recentemente revidou The Chainsmokers por dizerem coisas preconceituosas com relação às mulheres. Ser feminista, como você leva isso em relação ao clima atual?

Bea Miller: Acho que todos deveriam emponderar todos. Obviamente isso é impossível a não ser que estejamos todos envolvidos. Mas para a maioria, se você ver alguém tentando rebaixar alguém, não importa se é homem ou mulher, você deve falar algo se você acredita que aquilo está errado. Mas nesse momento como mulher, nós progredimos por um tempo e agora estamos voltando pra quando queremos o respeito e a igualdade perante os homens. Então o que posso fazer nas redes sociais é ajudar a espalhar a igualdade e a mensagem que todos deveriam ser tratados igualmente, pagados igualmente, vistos igualmente e respeitados igualmente.

 

FUSE: Sua escrita melhorou muito bem. Você já pensou em fazer isso para outros artistas?

Bea Miller: Eu na verdade estou querendo fazer isso recentemente, mas eu tenho que achar a hora certa porque no momento estou tentando promover a mim mesma. Isso aconteceu com Ed Sheeran porque acho que ele escreveu “Shape of You” para tentar fazer Rihanna cantar originalmente.. As vezes quando escrevemos isso acontece muito e espero que algumas das minhas músicas possam ir para alguém e eu possa ver suas interpretações do que eu escrevi. Então eu definitivamente pensei nisso e adoraria ver as interpretações do que eles tem escrito. Então definitivamente eu pensei nisso e adoraria escrever para outros artistas em algum momento. Eu amo contar histórias e acho incrível que pessoas diferentes tem diferentes perspectivas de um mesmo fato.

 

FUSE: Eu gosto da sua tatuagem de um cérebro-coração. Qual das suas tatuagens conta a melhor história?

Bea Miller: Eu amo o cérebro-coração, essa é mais ou menos sobre os seres humanos e é algo universal. Mas eu recentemente tatuei duas árvores no meu braço.. São árvores de bordo porque sou de uma cidade chamada Maplewood. Uma tem folhas e a outra não. Simboliza que assim como existem estações no mundo e na vida, existem estações dentro de nós mesmos. As vezes você está lutando e não se sente importante. Então a próxima estação chega e todas as suas “folhas” crescem e o ciclo continua. Toda vez que você está bem, você eventualmente vai cair. É assim que a vida funciona.

27.04.17
FOTOS & VÍDEOS: Bea Miller na Radio Disney

Bea compareceu a Radio Disney recentemente e se encontrou com Laura Marano e Candice. Confira abaixo fotos e vídeos do que rolou:

Fotos

27.04.17
Vídeos: Bea Miller concede entrevista para Young Hollywood

No dia 07 de abril, Bea foi nos estúdios da Young Hollywood em Los Angeles e lá fez transmissões ao vivo, entrevistas e uma apresentação acústica. Confira abaixo tudo que rolou:


Contando o momento mais marcante com Demi Lovato

Desafio do Desenho

Fotos

27.04.17
Vídeo: Entrevista para Zach Sang Show

No início do mês de abril, Bea foi entrevistada para o Zach Sang Show e falou sobre morar sozinha, como é ver músicas como cores e, claro, “Chapter one: blue”. Confira abaixo o vídeo da entrevista:

27.02.17
chapter one: blue: Bea Miller fala sobre “Chapter One: Blue” e inspiração para suas tatuagens

Bea Miller acabou de lançar chapter one: blue e nós falamos com ela sobre suas músicas novas e muito mais em uma entrevista exclusiva!

A cantora de 18 anos irá lançar músicas ao longo do ano ao invés de disponibilizar todas as suas músicas de uma vez só em um álbum. Leia o porquê na entrevista a seguir:

Just Jared Jr.: Por que você decidiu lançar seu álbum em capítulos?:

Bea Miller: Como uma fã de música, eu não gosto quando os artistas lançam seu trabalho em um ano e no outro desaparecem, porque é difícil de relacionar com isso. Eu quero poder estar apta para levar meus fãs junto comigo em minha jornada e fazer eles realmente sentirem como se eles estivessem vivendo a minha vida junto comigo.

JJJ: Qual é o seu capítulo favorito?

BM: “Blue” é na verdade o meu capitulo predileto, porque ele captura a tristeza mais do que os outros capítulos. Isso pode soar estranho, mas eu sempre estive abatida pelos sentimentos mais brutos.

JJJ: Do que se trata o single “Song Like You”?

BM: Eu escrevi “Song Like You” o dia que eu reconheci que alguém que era muito importante para mim na verdade não me fazia tão bem e nem eu para ela. Eu acho que todos nós temos que fazer decisões difíceis como esta em um momento ou outro na vida, tendo que largar de alguém que amamos, porque amor nem sempre é suficiente para fazer funcionar.

JJJ: Qual é a sua letra favorita de todos e capítulos e por quê?

BM: Vocês está tentando me enganar com essa pergunta para um pr[evia das próximas músicas, eu te entendi.

JJJ: O que inspirou a sua última tatuagem:

BM: Eu amo sentimentos que são universos, coisas que ligam cada pessoa nesse mundo juntas. Eu acho que todos nós lutamos entre o que sabemos que é certo e o que sentimos que é certo todos os dias e mesmo que isso seja difícil, é absolutamente humano.

JJJ: Quem são as três celebridades que você admira?

BM: Zara Larsson é o amor da minha vida e eu largaria tudo por ela em dois segundos.

Fonte: Just Jared

Tradução e adaptação: Bea Miller Brasil

25.02.17
chapter one: blue: Bea Miller libera seu single ‘Song Like You’ e anuncia o projeto do álbum

2017 ouvirá muito de Bea Miller e começa com “Song Like You”, a faixa em destaque na primeira parte de seu lançamento de quatro partes do álbum.

“Song Like You” foi escrita por Miller num passeio de metrô no Brooklyn e faz parte da narrativa sobre um término de relacionamento.

“A song like you would never tell me the truth/ It would turn me on, break me down, make me feel like there is nothing outside this room,” ela canta durante a ponte. O corte é destaque na primeira parcela de seu projeto chamado Chapter One: Blue. Vai ser seguido pelo Chapter Two: Red e Chapter Three: Yellow, que trará três novos cortes e vídeos para os fãs a cada três meses até o capítulo final em novembro.

“O tema desse projeto é muito coeso e baseado na ideia de como as cores fazem você se sentir,” disse a estrela de 18 anos num comunicado. “Vejo cores quando eu ouço música. Sempre fui afetada por cores. É uma maneira de transmitir uma ideia complexa de um modo simples para que uma ampla gama de pessoas possam entender.”

Esse projeto de um ano de duração também servirá como seu segundo álbum, com colaboração de Nick Jonas, Julia Michaels, Justin Tranter, Pop & Oak e muitos outros. Para a quarta e última parcela, a coleção incluirá nove das já lançadas nos meses anteriores mais três novas para completar o set.

Fonte:Hot 107.9
Tradução e adaptação: Bea Miller Brasil

25.02.17
Chapter One: Blue: TIME: Ouça o novo single de Bea Miller

A voz texturizada e emotiva de Bea Miller desmente o fato de que ela acabou de completar 18 anos. Então novamente, a emo-pop cantora-compositora de New Jersey não é estranha às batidas da vida – aos 13, ela lançou sua carreira musical em parte para ajudar a família que passava por dificuldades. Com alguns teen pop hits e experiência de abertura para Selena Gomez, Demi Lovato e Fifth Harmony, o novo projeto de Miller é uma coleção de músicas que serão lançadas em três capítulos ao longo do ano e culminará em um álbum completo em novembro. Começa hoje com a primeira fase, Chapter One: Blue. O tema: mantê-lo real.

“Quando eu era menor, queria que alguém me falasse a verdade,” explica Miller na sua procura por música que refletisse ambos os altos e baixos das experiências de um adolescente. Abaixo, ela fala sobre como fez música assim, incluindo “Song Like You“.

TIME: Você está finalmente lançando o Chapter One: Blue. Mas eu quero voltar no tempo e falar um pouco sobre como você começou na música. Foi algo que você cresceu apaixonada?

Bea Miller: Minha mãe era DJ. Era uma DJ de vinil, ela era demais. Então ela tinha muitas músicas para compartilhar comigo desde o momento que nasci. Ela fazia fitas que tinhas coisas tipo ABCs e “Itsy Bitsy Spider,” mas também The Beatles e Led Zeppelin.

Então quando você decidiu começar na música profissionalmente?

Não é que eu não queria ter uma carreira musical, é só que eu não achava real. Eu ouvia pessoas como Demi Lovato e Christina Aguilera – mulheres que tem os alcances mais insanos e conseguem fazer todas essas mudanças – e eu pensava “Oh, eu não consigo fazer isso então eu não posso ser uma cantora.” Então um dia eu estava cantando uma música da Adele em meu quarto e minha mãe apareceu, e quando eu terminei a música – eu não sabia que ela estava lá – eu a ouvi chorando atrás da porta do quarto e ela disse “não sabia que você pode cantar assim.” Eu estava tipo, “eu também não sabia.” Eu ainda tinha 12 anos.

Então minha família estava indo à falência, nós íamos perder nossa casa, minhas mães não conseguiam encontrar trabalho e estavam passando pelo divórcio. Eu fiquei, “talvez eu possa usar essa habilidade para viver meu sonho e também para ajudá-las se eu começar agora ao invés de esperar o fim do ensino médio ou faculdade para ir atrás disso.”

Quando foi isso?

Foi quando eu tinha 13 anos e foi quando eu fiz a audição para o X Factor. Como eu fiz pelo dinheiro, parece confuso. Eu não ganhei no show. Mas eu me dei conta de que eu poderia continuar fazendo isso e cuidar da minha família, que é o que estou fazendo agora.

Como foi a experiência do X Factor? O que você aprendeu?

Quer dizer, se eu nunca tivesse ido ao X Factor eu nunca teria assinado contrato. Foi muito difícil para todo mundo que era concorrente naquele show, tenho certeza, porque você não escolher as músicas que vai cantar. Não escolher o que vai usar; você não pode espalhar sua mensagem da maneira que você gostaria. Isso me preparou para o mundo real da música.

Como você descreveria sua “própria coisa” nesse momento?

Quando eu era mais nova, eu realmente queria que alguém me contasse a verdade. A música no início dos anos 2000 era muito dance-y, a vida era uma festa. Eu não sentia que eu tinha pessoas me falando a verdade quando eu estava em um momento ruim.
À medida que experimento coisas na vida, como eu escrevo sobre elas, meus fãs estarão experimentando as mesmas coisas ao mesmo tempo – e talvez isso faça com que eles se sintam menos sozinhos.

Me conte um pouco sobre “Song Like You”. Como foi feita?

Eu tinha alguém em minha vida que não era boa para mim. Eu estava constantemente dividida entre a necessidade de seguir em frente e não ser capaz de aceitar que precisava ir. Certa manhã, apenas clicou. Eu estava sentada no trem indo para o estúdio em New York, e eu comecei a anotar as coisas boas que eventualmente escalam em coisas que não são boas. Como uma onda que eventualmente se torna em um furacão, ou uma música de ninar que você não consegue ouvir porque o bebê está chorando.

Sinto que “Song Like You” não é somente o começo desse lançamento, mas o começo dessa história toda – essa parte inteira de minha vida.

Como você descreveria o som que está procurando? Quem são os ídolos que você gostaria de emular?

Eu acho que há um equívoco entre os músicos que se todas as suas músicas não soam similar, então você não sabe quem você é. Eu discordo totalmente com isso. Liricamente, toda música está contando uma história do começo ao fim. E musicalmente, está contando o fundo do que eu estava ouvindo naquele dia ou naquela semana ou naquele mês que eu escrevi aquela música.

Fonte:TIME
Tradução e adaptação: Bea Miller Brasil

10.01.17
Entrevista: Bea Miller compartilha a parte mais difícil do término com Jacob Whitesides

Bea Miller e Jacob Whitesides eram uns dos mais fofos jovens casais de Hollywood até que inesperadamente terminaram em maio passado. Apesar do grande esforço para fazer as coisas funcionarem enquanto ambos estavam em turnê, a dupla se separou enquanto a adolescente de 17 anos estava em turnê com Selena Gomez na Revival Tour. Como se términos não fossem difíceis o suficiente, teve a necessidade de lidar com a experiência emocional enquanto se apresentava todas as noites para milhares de pessoas E fazia meet & greets com adoráveis (mas às vezes irritantes) fãs.

pre jon bellion concert aka the best shit my ears have ever been blessed with

Uma foto publicada por Jacob Whitesides (@jacobwhitesides) em

“Acho que a parte mais difícil [de passar por um término público] era que às vezes eu estava fazendo meet & greets imediatamente após o que aconteceu, [e] você sabe, as pessoas não sabiam ou eles não eram tão afetados por isso. Muitos dos meus fãs me apoiaram e estavam lá por mim,” ela nos contou durante uma recente conversa. “Mas às vezes só era muito difícil estampar essa cara de felicidade todos os dias e sair por aí. Se você não é super, super legal com as pessoas mesmo passando por um dia muito ruim aí elas se sentirão ofendidas por isso. Então eu acho que essa foi a parte mais difícil para mim… Tentar espalhar energia positiva enquanto eu estava sentindo muita energia negativa. Muitas pessoas entenderam, mas tiveram pessoas que não entenderam na época que fizeram a minha vida um pouco difícil.”

Felizmente o antigo casal agora voltou a ser amigo porque o relacionamento platônico aconteceu “por muito tempo antes do namoro” e não era algo que a participante do X-Factor “queria perder”.

A paixão de Bea por espalhar a positividade é uma das razões pela qual ela decidiu formar uma parceria com a 3 Musketeers sendo parte da campanha #ThrowShine.

“#ThrowShine é essencialmente o oposto de jogar ódio (throw shade), o que é um problema muito prevalente no momento, especialmente na Internet. Muitos jovens se viram uns contra os outros em um tempo em que eles realmente deviam se impulsionar para cima… É muito bom ter uma parceria com pessoas que tem as mesmas intenções que você e estão tentando espalhar uma mensagem positiva e unir as pessoas que tem as mesmas intenções mais do que colocá-las para baixo. Eu passei por um período muito difícil alguns anos atrás em que estava realmente triste e não conseguia sair da cama e realmente precisava de alguém na minha vida para ser positivo e me ajudar a passar por isso. Eu tento ser essa pessoa para os outros.”

Para se o seu período difícil era na verdade algo mais sério – como um problema com ansiedade ou depressão, ela diz que sinceramente não sabe.

“Eu realmente só estava passando por um período difícil e tinham muitos problemas familiares acontecendo. Passei muito tempo sozinha na cama e não indo a lugar algum. Então, eu diria que estava muito triste. Não sei se era algo mais sério que isso mas foi um período muito difícil para mim que durou bastante.”

Bea definitivamente tem ótimos conselhos para alguém vivenciando relacionamentos difíceis também, dizendo, “Você tem que realmente achar a felicidade consigo mesmo. Você pode admirar outras pessoas mas não pode necessariamente depender delas para sua própria auto-confiança. Pode ser muito difícil às vezes até mesmo descer as escadas para escovar os dentes e eu entendo, mas no final do dia você pode criar sua felicidade. É algo que você pode fazer por você se não consegue encontrar.”

Junto com seu trabalho com a 3 Musketeers, Bea também irá lançar música nova em 2017. Enquanto ela optou por não lançar o álbum de um modo “tradicional”, ela diz que vamos ganhar a mesma quantidade de música que ganharíamos normalmente de uma maneira mais única (detalhes vão ser anunciados). ESTAMOS ANIMADOS!!

Fonte: Teen.com
Tradução e Adaptação: Equipe Bea Miller Brasil

17.12.16
Entrevista: Bea Miller fala sobre turnê com Selena Gomez, seu segundo álbum e positividade

Você fez uma parceria com o 3 Musketeers na campanha #ThrowShine. Do que ela se trata e por que ela parece algo muito bom para você?

Eu realmente tento me conectar com meus fãs em um nível mais pessoal e tento deixá-los saber o que está acontecendo na minha vida, as lutas que eu encaro dia-a-dia e as coisas maravilhosas que acontecem comigo, porque parte de ter uma mensagem positiva é ser sincero e dizer que coisas ruins irão acontecer, mas tudo ficará bem. Estou sempre tentando encontrar outras pessoas e empresas que também têm esses mesmos sentimentos e querem espalhar positividade, e o 3 Musketeers está fazendo a campanha do #ThrowShine, o completo oposto de jogar ódio – muito prevalente hoje em dia. A internet nem sempre é um lugar seguro para as pessoas: você vê muitas pessoas sendo boas para as outras, mas também vê muitas outras não sendo legais.

É uma campanha muito boa porque está inspirando as pessoas a dizerem e fazerem coisas legais para as outras ao invés de espalhar negatividade. Eu apenas acho que é uma mensagem incrível.

Como você espalha positividade na sua vida cotidiana?

Eu gosto de ser sincera com meus fãs. Quando eu era mais jovem, eu sempre desejei que tivesse alguma artista mulher ou atriz ou alguém em minha vida que eu pudesse admirar e que não dissesse somente sobre as coisas positivas, mas também sobre as lutas de suas vidas. Eu sempre me senti sozinha quando tinha problemas que eu tinha que enfrentar. Então, eu sinto que minha missão positiva é estar lá para quem precisa como eu precisei e desejei ter tido.

Seus fãs tem o cover de “This Little Light Of Mine” que você gravou para a campanha. Você pode me contar um pouco sobre como foi gravar essa música?

Foi um turbilhão de gravações que eu estava animada para fazer. Eu descobri a curto prazo que nós teríamos que gravá-la e eu estava compondo para meu álbum todos os dias naquele ponto. Eu estava muito ocupada, mas eu queria fazer isso. Normalmente começo minha sessão nos estúdios às 13:00 e vou até tarde para que assim eu posso dormir na outra manhã (risos), mas no dia seguinte que eu descobri que eu iria gravar a canção, eu fui para o estúdio e era, tipo, 10:00 e gravei a música. Nós nos divertimos muito porque é muito menos estressante cantar uma música que um outro alguém escreveu. É uma música fofa e todo mundo conhece. Foi divertido colocar minha própria versão num clássico.

Você esteve em turnê com Selena Gomez recentemente. Como foi a experiência?

Sim, foi incrível. Foi inspirador estar em turnê com alguém como Selena que, você sabe, tem feito coisas assim por muito tempo e ela é uma jovem mulher que está fazendo o que ela quer. Ela está fazendo a música que ela quer, e todos nós temos nossos altos e baixos, mas eu acho muito inspirador que mesmo com tudo isso ela conseguiu manter-se e tem estado lá para inspirar e ajudar outras pessoas. Foi muito bom ser parte daquilo.

Você mencionou que está escrevendo e gravando muito recentemente. O que podemos esperar em seu próximo álbum? Algumas músicas serão como o single “Yes Girl”?

Eu diria que algumas músicas são similares a “Yes Girl”, mas eu tenho diferentes gostos musicais. Todas as minhas músicas são coesivas, mas musicalmente elas todas são inspiradas por diferentes tipos de artistas e meu gosto musical próprio misturado. Então, provavelmente isso não me ajudou muito (risos), mas eu lançarei nova música em fevereiro e eu diria que eu escrevi cerca de 70 músicas ao longo do ano. Foi muito difícil reduzi-las, mas nós iremos lançar as melhores delas.

70 músicas?! Como você conseguiu escolher algumas de muitas?

Eu me sinto mal sobre isso porque você só pode usar, tipo, umas 12 delas! Você tem que separar aquelas que realmente tem mensagens importantes para você ou estão bem próximas de seu coração, mas elas não necessariamente são tão boas quanto outras que você escreveu. Dito isso, você ainda pode lançá-las a partir de outros artistas cantando e talvez eles possam transmitir a mensagem [contida na música]. O sentimento é uma espécie de yin-yang.

Para encerrar, eu amei rever você no “X Factor” esses dias. O que você aprendeu durante essa experiência que permaneceu com você anos depois?

O que eu mais aprendi é que você não pode deixar o julgamento de outras pessoas mudar quem você é. Você não pode deixar isso te afetar e você não pode deixar de acreditar em si mesmo só porque outra pessoa o fez. Eu fiquei em 9º naquele show, mas agora estou fazendo tantas coisas que estou orgulhosa de mim por fazê-las. Estou fazendo minha própria música! Mesmo que não fui a primeira para muitas pessoas, eu sou a primeira para mim. Não deixa a opinião de ninguém afetar a sua opinião sobre você.

Fonte: AOL
Tradução e adaptação: Bea Miller Brasil

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