02.09.17
Pop Shop Podcast: Bea Miller fala sobre o Hot 100 Festival, e sobre ver (e lançar) música em cor

Bem vindos ao novo episódio do Billboard Pop Shop Podcast, sua primeira parada para todas as coisas pop nos charts semanais da Billboard. Em adição, você sempre pode contar uma vívida discussão sobre as últimas notícias pop, FUN CHART STATS AND STORIES, música nova, e entrevistas convidadas com estrelas da música e FOLKS do mundo do pop.

Os fãs casuais de pop e os viciados em charts podem ouvir o co-diretor da Billboard, Keith Caulfield e o editor adjunto da Billboard, digital, Katie Atkinson todas as terças-feiras no Pop Shop Podcast, que pode ser transmitido no Billboard.com ou baixado no iTunes (clique aqui para ouvir Para a edição anterior da terça-feira do show no Billboard.com).

No último show, a cantora/compositora Bea Miller se junta a nós para falar sobre a sua próxima apresentação no terceiro Hot 100 Festival anual, como a sua mãe está especialmente animada para ver ela assumindo o palco no festival, como Miller vê a música em cor, e como ela foi criativa com lançar a sua nova música porque “as pessoas realmente não consomem mais álbuns.”

Além disso, Steven Horowitz, editor sênior da Billboard, se torna o co-anfitrião do show, enquanto a Katie faz uma pausa do Pop Shop. Keith e Steven apresentam o Festival Hot 100 desta semana, que acontece nos dias 19 e 20 de agosto em The Grounds at Jones Beach Theatre em Long Island, Nova York. Todo mundo desde Demi Lovato e Major Lazer até Camila Cabello e Zedd vão tocar no show, e o pessoal fala tudo sobre o que esperar e ainda mais.

Quanto a Miller, ela diz que tocar no Hot 100 Festival é ainda mais especial, porque ela tem laços familiares com Jones Beach e esta será a primeira vez que Miller toca no local. Acontece que a mãe de Miller é de Long Island, e Miller conta a Billboard: “Mamãe planeja estar lá (no show) por muito tempo. Ela incomoda todos com isso. Minha tia vive perto … Eu vou a Jones Beach todos os anos para os fogos de artifício, para o Quatro de Julho. Eu estava lá a pouco. Nós, literalmente, acabamos de passar nesse local há algumas semanas”.

Miller está programada para tocar no palco principal do festival, o Hot 100 Stage, no dia 19 de agosto às 4:45 p.m. Ela será seguida por uma grande lista de estrelas dos charts: Gucci Mane, Lovato, Zedd e Big Sean. (E ei, talvez haja fogos de artifício em algum ponto durante o fim de semana no festival, também!)

Falando sobre o Festival Hot 100, Miller tem estado ocupada com o seu contínuo projeto de música com temas de cores, que foi iniciado em fevereiro com o lançamento do conjunto de três músicas chamando Capítulo Um: Azul. Ela seguiu em junho com outro trabalho de três músicas, Capítulo Dois: Vermelho. No final deste ano, o Capítulo Três: Amarelo chegará (novamente, com três músicas). O trio de títulos leva a um trabalho de estúdio completo, que conterá as nove músicas lançadas anteriormente, além de mais três novas faixas.

“Eu tenho sinestesia”, diz Miller, “que é quando você vê a música em cores. É por isso que tenho usado as cores porque quando decidimos que íamos lançar a música em capítulos, ao invés de tudo ao mesmo tempo, eu estava pensando, ‘bem, como podemos levar isso mais longe? Como expandir isso e torná-lo mais criativo?'”

Miller diz que ela agrupou as músicas com base em que cor ela viu quando ouviu uma faixa em particular. As músicas do Capítulo Um: Azul era, de forma adequada, canções que ela escreveu enquanto se sentia triste. Então, no Capítulo Dois: Vermelho, aquelas músicas eram aquelas em que ela passara da tristeza e estava “meio brava com a tristeza” por ela ter sido por tanto tempo.

Em última análise, os títulos Azul, Vermelho e Amarelo levam a um álbum completo, possivelmente intitulado Spectrum (Espectro).

“Aconteceu das três cores serem as cores primárias. Então eu estava pensando… e não é 100%, mas eu estou pensando que eu queria (pra ser o título) algo como Spectrum (Espectro). no mesmo senso as três cores primárias podem formar qualquer cor no espectro, você precisar vivenciar emoções – a tristeza, a solidão do Capítulo Um (Chapter On), a raiva e o empoderamento no Capítlo Dois (Chapter Two), e então a felicidade e apenas tentar descobrir e aprender dos seus erros no Capítulo Tres(Chapter Three) – para ser a melhor versão de si mesmo que você pode ser.”

Miller diz que o lançamento em cores do álbum é uma maneira de fazer as pessoas ouvirem suas músicas em pequenos pedaços, já que é difícil fazer com que as pessoas se sentem e escutem mais trabalho.

“As pessoas realmente não consomem álbuns mais”, diz Miller. “As pessoas não se importam com 12 músicas ao mesmo tempo. Quando o Drake lançou More Life, e ele tinha algo como 20 músicas lá, as pessoas estavam tipo, ‘bem, o que eu faço com isso? Eu não tenho tempo para tudo isso agora,’ sabe? É triste pra mim, porque eu escuto os álbuns quando são lançados dos artistas que eu gosto… Eu acho que todos nós temos vidas realmente ocupadas agora e há tanta estimulação, há tantos artistas, há tanta música, há tanta arte, há tanto de tudo em um mundo que é difícil fazer as pessoas se concentrarem em 12 músicas suas de uma só vez “.

Então, ela pensou em uma maneira criativa de que ela pudesse fazer com que as pessoas prestassem atenção e realmente escutassem sua música – em segmentos de três músicas de tamanho menor. “Porque, obviamente, quando escrevemos nossa música”, diz ela, “derramos nosso coração e alma nela. Eu coloco tudo na minha música … Eu apenas sinto como, eu quero que as pessoas realmente ouçam o que eu tenho a dizer “.

Fonte: Billboard
Tradução e adaptação: BMBR

05.03.17
FOTOS & VÍDEOS: Bea se apresenta no evento da rádio The River 107,5

A rádio The River 107,5 promoveu um evento chamado “Live. Life. Love: A Concert for Suicide Prevention” no dia 03/03 em Nashville, TN. Com apresentações acústicas, Bea foi uma das artistas que subiu no palco e cantou tanto músicas de seu primeiro álbum quanto do segundo, incluindo o single “Song Like You”.

Momento que entra para apresentação

Yes Girl

Fire N Gold

I Can’t Breathe

Young Blood

Cover de Shape Of You

Song Like You

25.02.17
chapter one: blue: Bea Miller libera seu single ‘Song Like You’ e anuncia o projeto do álbum

2017 ouvirá muito de Bea Miller e começa com “Song Like You”, a faixa em destaque na primeira parte de seu lançamento de quatro partes do álbum.

“Song Like You” foi escrita por Miller num passeio de metrô no Brooklyn e faz parte da narrativa sobre um término de relacionamento.

“A song like you would never tell me the truth/ It would turn me on, break me down, make me feel like there is nothing outside this room,” ela canta durante a ponte. O corte é destaque na primeira parcela de seu projeto chamado Chapter One: Blue. Vai ser seguido pelo Chapter Two: Red e Chapter Three: Yellow, que trará três novos cortes e vídeos para os fãs a cada três meses até o capítulo final em novembro.

“O tema desse projeto é muito coeso e baseado na ideia de como as cores fazem você se sentir,” disse a estrela de 18 anos num comunicado. “Vejo cores quando eu ouço música. Sempre fui afetada por cores. É uma maneira de transmitir uma ideia complexa de um modo simples para que uma ampla gama de pessoas possam entender.”

Esse projeto de um ano de duração também servirá como seu segundo álbum, com colaboração de Nick Jonas, Julia Michaels, Justin Tranter, Pop & Oak e muitos outros. Para a quarta e última parcela, a coleção incluirá nove das já lançadas nos meses anteriores mais três novas para completar o set.

Fonte:Hot 107.9
Tradução e adaptação: Bea Miller Brasil

25.02.17
Chapter One: Blue: TIME: Ouça o novo single de Bea Miller

A voz texturizada e emotiva de Bea Miller desmente o fato de que ela acabou de completar 18 anos. Então novamente, a emo-pop cantora-compositora de New Jersey não é estranha às batidas da vida – aos 13, ela lançou sua carreira musical em parte para ajudar a família que passava por dificuldades. Com alguns teen pop hits e experiência de abertura para Selena Gomez, Demi Lovato e Fifth Harmony, o novo projeto de Miller é uma coleção de músicas que serão lançadas em três capítulos ao longo do ano e culminará em um álbum completo em novembro. Começa hoje com a primeira fase, Chapter One: Blue. O tema: mantê-lo real.

“Quando eu era menor, queria que alguém me falasse a verdade,” explica Miller na sua procura por música que refletisse ambos os altos e baixos das experiências de um adolescente. Abaixo, ela fala sobre como fez música assim, incluindo “Song Like You“.

TIME: Você está finalmente lançando o Chapter One: Blue. Mas eu quero voltar no tempo e falar um pouco sobre como você começou na música. Foi algo que você cresceu apaixonada?

Bea Miller: Minha mãe era DJ. Era uma DJ de vinil, ela era demais. Então ela tinha muitas músicas para compartilhar comigo desde o momento que nasci. Ela fazia fitas que tinhas coisas tipo ABCs e “Itsy Bitsy Spider,” mas também The Beatles e Led Zeppelin.

Então quando você decidiu começar na música profissionalmente?

Não é que eu não queria ter uma carreira musical, é só que eu não achava real. Eu ouvia pessoas como Demi Lovato e Christina Aguilera – mulheres que tem os alcances mais insanos e conseguem fazer todas essas mudanças – e eu pensava “Oh, eu não consigo fazer isso então eu não posso ser uma cantora.” Então um dia eu estava cantando uma música da Adele em meu quarto e minha mãe apareceu, e quando eu terminei a música – eu não sabia que ela estava lá – eu a ouvi chorando atrás da porta do quarto e ela disse “não sabia que você pode cantar assim.” Eu estava tipo, “eu também não sabia.” Eu ainda tinha 12 anos.

Então minha família estava indo à falência, nós íamos perder nossa casa, minhas mães não conseguiam encontrar trabalho e estavam passando pelo divórcio. Eu fiquei, “talvez eu possa usar essa habilidade para viver meu sonho e também para ajudá-las se eu começar agora ao invés de esperar o fim do ensino médio ou faculdade para ir atrás disso.”

Quando foi isso?

Foi quando eu tinha 13 anos e foi quando eu fiz a audição para o X Factor. Como eu fiz pelo dinheiro, parece confuso. Eu não ganhei no show. Mas eu me dei conta de que eu poderia continuar fazendo isso e cuidar da minha família, que é o que estou fazendo agora.

Como foi a experiência do X Factor? O que você aprendeu?

Quer dizer, se eu nunca tivesse ido ao X Factor eu nunca teria assinado contrato. Foi muito difícil para todo mundo que era concorrente naquele show, tenho certeza, porque você não escolher as músicas que vai cantar. Não escolher o que vai usar; você não pode espalhar sua mensagem da maneira que você gostaria. Isso me preparou para o mundo real da música.

Como você descreveria sua “própria coisa” nesse momento?

Quando eu era mais nova, eu realmente queria que alguém me contasse a verdade. A música no início dos anos 2000 era muito dance-y, a vida era uma festa. Eu não sentia que eu tinha pessoas me falando a verdade quando eu estava em um momento ruim.
À medida que experimento coisas na vida, como eu escrevo sobre elas, meus fãs estarão experimentando as mesmas coisas ao mesmo tempo – e talvez isso faça com que eles se sintam menos sozinhos.

Me conte um pouco sobre “Song Like You”. Como foi feita?

Eu tinha alguém em minha vida que não era boa para mim. Eu estava constantemente dividida entre a necessidade de seguir em frente e não ser capaz de aceitar que precisava ir. Certa manhã, apenas clicou. Eu estava sentada no trem indo para o estúdio em New York, e eu comecei a anotar as coisas boas que eventualmente escalam em coisas que não são boas. Como uma onda que eventualmente se torna em um furacão, ou uma música de ninar que você não consegue ouvir porque o bebê está chorando.

Sinto que “Song Like You” não é somente o começo desse lançamento, mas o começo dessa história toda – essa parte inteira de minha vida.

Como você descreveria o som que está procurando? Quem são os ídolos que você gostaria de emular?

Eu acho que há um equívoco entre os músicos que se todas as suas músicas não soam similar, então você não sabe quem você é. Eu discordo totalmente com isso. Liricamente, toda música está contando uma história do começo ao fim. E musicalmente, está contando o fundo do que eu estava ouvindo naquele dia ou naquela semana ou naquele mês que eu escrevi aquela música.

Fonte:TIME
Tradução e adaptação: Bea Miller Brasil

19.02.17
#sly: Bea Miller canta “Song Like You” em evento pré-Grammy da UMG

A Universal Music Group realizou o evento pré-Grammy no Ace Hotel, em Los Angeles, no dia 11 de fevereiro. O showcase contou com apresentações de artistas do grupo Universal, como Katy Perry, Niall Horan, Jesse J e Big Sean. Além desses, artistas menores, como Bea Miller e Jordan Smith também puderam se apresentar.

Bea cantou ‘Song Like You’ pela primeira vez após o anúncio do lançamento da canção ser feito (está marcado para o dia 24/02 e mal podemos nos conter de ansiedade!!!).

O evento foi fechado apenas para convidados.

Vídeos

Fotos

Dia 12/02, dia do Grammy Awards, Bea marcou presença na After Party também apresentado pela Universal Music Group. Confira as fotos:

14.02.17
bm2: Marca aí na agenda: 24/02.

Se você não aguenta mais esperar pelo lançamento do segundo álbum de Bea Miller, sua agonia está próxima do fim! Desde o início do mês, o dia 24/02 foi anunciado como data para o lançamento de algumas músicas (infelizmente não sabemos ainda se será o álbum todo ou só algumas faixas). Dentre as prévias já liberadas, “Song Like You” e “Burning Bridges” já estão confirmadas.

Confira:

Burning Bridges

Song Like You

17.12.16
Entrevista: Bea Miller fala sobre turnê com Selena Gomez, seu segundo álbum e positividade

Você fez uma parceria com o 3 Musketeers na campanha #ThrowShine. Do que ela se trata e por que ela parece algo muito bom para você?

Eu realmente tento me conectar com meus fãs em um nível mais pessoal e tento deixá-los saber o que está acontecendo na minha vida, as lutas que eu encaro dia-a-dia e as coisas maravilhosas que acontecem comigo, porque parte de ter uma mensagem positiva é ser sincero e dizer que coisas ruins irão acontecer, mas tudo ficará bem. Estou sempre tentando encontrar outras pessoas e empresas que também têm esses mesmos sentimentos e querem espalhar positividade, e o 3 Musketeers está fazendo a campanha do #ThrowShine, o completo oposto de jogar ódio – muito prevalente hoje em dia. A internet nem sempre é um lugar seguro para as pessoas: você vê muitas pessoas sendo boas para as outras, mas também vê muitas outras não sendo legais.

É uma campanha muito boa porque está inspirando as pessoas a dizerem e fazerem coisas legais para as outras ao invés de espalhar negatividade. Eu apenas acho que é uma mensagem incrível.

Como você espalha positividade na sua vida cotidiana?

Eu gosto de ser sincera com meus fãs. Quando eu era mais jovem, eu sempre desejei que tivesse alguma artista mulher ou atriz ou alguém em minha vida que eu pudesse admirar e que não dissesse somente sobre as coisas positivas, mas também sobre as lutas de suas vidas. Eu sempre me senti sozinha quando tinha problemas que eu tinha que enfrentar. Então, eu sinto que minha missão positiva é estar lá para quem precisa como eu precisei e desejei ter tido.

Seus fãs tem o cover de “This Little Light Of Mine” que você gravou para a campanha. Você pode me contar um pouco sobre como foi gravar essa música?

Foi um turbilhão de gravações que eu estava animada para fazer. Eu descobri a curto prazo que nós teríamos que gravá-la e eu estava compondo para meu álbum todos os dias naquele ponto. Eu estava muito ocupada, mas eu queria fazer isso. Normalmente começo minha sessão nos estúdios às 13:00 e vou até tarde para que assim eu posso dormir na outra manhã (risos), mas no dia seguinte que eu descobri que eu iria gravar a canção, eu fui para o estúdio e era, tipo, 10:00 e gravei a música. Nós nos divertimos muito porque é muito menos estressante cantar uma música que um outro alguém escreveu. É uma música fofa e todo mundo conhece. Foi divertido colocar minha própria versão num clássico.

Você esteve em turnê com Selena Gomez recentemente. Como foi a experiência?

Sim, foi incrível. Foi inspirador estar em turnê com alguém como Selena que, você sabe, tem feito coisas assim por muito tempo e ela é uma jovem mulher que está fazendo o que ela quer. Ela está fazendo a música que ela quer, e todos nós temos nossos altos e baixos, mas eu acho muito inspirador que mesmo com tudo isso ela conseguiu manter-se e tem estado lá para inspirar e ajudar outras pessoas. Foi muito bom ser parte daquilo.

Você mencionou que está escrevendo e gravando muito recentemente. O que podemos esperar em seu próximo álbum? Algumas músicas serão como o single “Yes Girl”?

Eu diria que algumas músicas são similares a “Yes Girl”, mas eu tenho diferentes gostos musicais. Todas as minhas músicas são coesivas, mas musicalmente elas todas são inspiradas por diferentes tipos de artistas e meu gosto musical próprio misturado. Então, provavelmente isso não me ajudou muito (risos), mas eu lançarei nova música em fevereiro e eu diria que eu escrevi cerca de 70 músicas ao longo do ano. Foi muito difícil reduzi-las, mas nós iremos lançar as melhores delas.

70 músicas?! Como você conseguiu escolher algumas de muitas?

Eu me sinto mal sobre isso porque você só pode usar, tipo, umas 12 delas! Você tem que separar aquelas que realmente tem mensagens importantes para você ou estão bem próximas de seu coração, mas elas não necessariamente são tão boas quanto outras que você escreveu. Dito isso, você ainda pode lançá-las a partir de outros artistas cantando e talvez eles possam transmitir a mensagem [contida na música]. O sentimento é uma espécie de yin-yang.

Para encerrar, eu amei rever você no “X Factor” esses dias. O que você aprendeu durante essa experiência que permaneceu com você anos depois?

O que eu mais aprendi é que você não pode deixar o julgamento de outras pessoas mudar quem você é. Você não pode deixar isso te afetar e você não pode deixar de acreditar em si mesmo só porque outra pessoa o fez. Eu fiquei em 9º naquele show, mas agora estou fazendo tantas coisas que estou orgulhosa de mim por fazê-las. Estou fazendo minha própria música! Mesmo que não fui a primeira para muitas pessoas, eu sou a primeira para mim. Não deixa a opinião de ninguém afetar a sua opinião sobre você.

Fonte: AOL
Tradução e adaptação: Bea Miller Brasil

16.12.16
Entrevista: Bea Miller compartilha como podemos espalhar positividade

Nós temos um sentimento de que você irá AMAR a nova campanha que a cantora Bea Miller está trabalhando agora. A estrela fez uma parceria com uma de nossas marcas de doces favoritas, 3 Musketeers, como parte da nova missão deles de #ThrowShine – o que é completamente oposto de espalhar ódio – tanto online como IRL. Twist conversou com a estrela para descobrir tudo sobre como as mensagens inspiradoras e divertidas escritas em cada barra de chocolate estão espalhando positividade nessa época festiva e além – e como você também!

Twist: Essa é a campanha mais fofa.

Bea Miller: Realmente. Como alguém que entra no Twitter quase todo dia e como jovem? Você está cercado de negatividade todo o tempo. Os jovens ou se apoiam ou são o completamente oposto e não há um meio termo. Quando você está cercado por tanto ódio, é legal ver que existem pessoas, e empresas como a 3 Musketeers, que estão saindo de caminho para espalhar positividade. E jogar brilho? Eu acho que é muito legal.
As mensagens são perfeitas também e eu acho que as palavras são poderosas. Tem um mensagem no papel que diz “você é mais doce do que uma cesta de filhotinhos.” Essa é a minha favorita, com certeza. Significa muito quando alguém sai de caminho para te dizer que você importa.

T: Você tem visto seus fãs se envolvendo com criatividade?

BM:Sim! Uma fã tweetou uma foto onde ela estava fora, eu acho que ela mora na europa, e ela estava nas ruas segurando um cartaz que dizia “Abraços grátis” e ela me enviou um monte de fotos dela dando abraços. Coisas assim são bem legais. Coisas pequenas e coisas feitas na sua comunidade, mas também ser legal na internet é bastante importante. Soa bobo, mas é uma grande parte de ser dessa idade agora, você entende?

T: Você acha que as pessoas estão indo contra o bullying online e se tornando melhores?

BM: Sim, eu realmente acho isso. E quando você faz parceria com pessoas que também estão tentando espalhar positividade, e vocês trabalham juntos para um objetivo em comum, você descobre que terá muito mais sucesso do que se estivesse sozinho. Eu acho incrível quando as marcas percebem o que está acontecendo e que estão cientes de que, adultos dominam o mundo obviamente, mas tem muitos adultos que estão alheios a tudo isso e eles realmente não sabem. É legal ver pessoas como as que trabalham na 3 Musketeers que entendem e querem fazer as outras pessoas felizes.

T: Especialmente depois das eleições, muitos de nossos leitores ficaram frustrados que eles não podiam votar mas ainda assim queriam que suas vozes fossem ouvidas. Você tem algum conselho para crianças e adolescentes de sua idade fazerem para que os adultos entendam o que importa para eles e assim eles possam fazer a diferença de sua própria maneira?

BM: Sim, eu acho que enquanto você colocar coisas positivas no mundo, coisas positivas voltarão para você. Eu também acredito que você não pode desistir daquilo que você acredita. Se você está rodeado de coisas que não são necessariamente muito felizes ou gentis, você pode jogar isso fora e mudar o que está ao seu redor. Você pode permanecer para aquilo em que você acredita.

Pessoalmente, minha família é constituída só de mulheres, então nós nos sentimos estressadas sobre o que está acontecendo agora e menosprezadas, mas nós estamos nos empoderando. Você sabe, nós vamos para os protestos. Nós nos permitimos ser ouvidas. Eu sinto que isso é a coisa mais importante: ter certeza de sua mensagem foi ouvida e não ter medo de dizer o que você sente.

T: Especialmente durante as férias, as pessoas tentam espalhar gentileza em todo lugar ou tentam entrar no espírito festivo mesmo que não esteja muito feliz para isso. Você tem alguma tradição ou maneiras que você ama para espalhar alegria com os outros?

BM: Eu sempre vou ver minha família inteira no Natal, nós passamos os feriados todos juntos. Eu acho isso muito importante. Nós passamos todos os feriados assim, até tipo, o 4 de Julho. Mesmo que seja em um grupo pequeno ou sua comunidade de amigos ou qualquer coisa, é bom ir a um lugar positivo onde você está cercado por pessoas que amam você. Deixe-as saber você também as ama.

T: Sua família cozinha? Ou alguma coisa divertida assim?
BM: Sim! Presentes não são grande coisa na minha família, tipo, nós compramos presentes sim, mas não é um evento grande. Mas somos uma família de chefs! Nós fazemos as melhores refeições. Nós fazemos comida boa.

T: Tem alguma refeição perfeita que você fica tipo, não é Natal se não tiver, “_____”?

BM: Isso soará estranho, mas fazemos alcachofras recheadas. É uma receita de família onde ela é empanada e você enche as folhas com queijo parmesão, salsa, alho e pão ralado. Nós fazemos isso todo ano e é minha coisa favorita no mundo todo.

Fonte: Twist Magazine
Tradução e adaptação: Bea Miller Brasil

16.12.16
Bea Miller e 3 Musketeers fazem os jovens conversarem novamente

Encontrar as palavras certas ou saber como iniciar uma conversa pode ser estressante para os jovens atualmente.

Mas graças a parceria de 3 Musketeers e a estrela do X Factor, Bea Miller, eles encontraram forças para fechar a lacuna da comunicação. Na nova campanha #ThrowShine, eles criaram uma série de vídeos originais para mostrar como é fácil fazer os jovens conversarem novamente, os encorajando a compartilhar mensagens positivas.

Os vídeos mostram adolescentes passando uma barra de 3 Musketeers para seus amigos quando é difícil encontrar as palavras certas – seja para se apresentar para uma nova garota no colégio ou para encorajar o irmão frustrado. Cada barra de chocolate apresenta uma mensagem “estímulo-de-confiança” que 3 Musketeers criou para dar o pontapé inicial numa conversa. A voz de Bea é apresentada em cada um dos vídeos com uma versão de “This Little Light Of Mine.”

Fonte: Radar Online
Tradução e adaptação: Bea Miller Brasil

26.08.16
Premiere de “Yes Girl”

Aconteceu no dia 24/08, no Beacher’s Madhouse, em Los Angeles, a premiere do vídeo da música “Yes Girl”. No evento, Bea participou de um Q&A (perguntas e respostas) com Jared Eng.

“Yes Girl” é sobre ter um relacionamento com alguém que é extremamente controlador. [A música] trata-se de superar isso e perceber que você não precisa deles em sua vida mais.”

“As cordas são representações de pessoas em minha vida que precisam de coisas de mim constantemente, que me fazem sentir como se eu estivesse amarrada à [eles] em um sentido literal. O vídeo traz visualmente esse sentimento e luta.”

O vídeo foi dirigido por Aya Tanimura e filmado em Los Angeles.

Fonte: Just Jared

Tradução e adaptação: Bea Miller Brasil

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