09.02.18
Aurora: Vem álbum novo por aí!

A espera está quase acabando! Foi divulgado que o novo álbum da Bea está chegando dia 23 de fevereiro de 2018, e não poderíamos estar mais ansiosos! Aparentemente ele terá 12 músicas, sendo 9 dos chapters one, two e three, e 3 músicas adicionais!

O título do álbum é Aurora, e a Bea deu uma explicadinha no twitter sobre o que esse nome significa:

“aurora – inspirado na deusa do amanhecer. a história diz que ela voa sobre o céu todas as manhãs. puxando o sol atrás de si, atirando flores de sua carruagem. ela é a portadora da luz do dia e representa um novo começo, que é o que esse álbum se tornou para mim.”

Apesar da reviravolta no nome, que antes seria Spectrum, adoramos o título! E a capa nem se fala, né? Olha aí!

Chega logo, dia 23!

09.02.18
Vídeos: Bea no Audience Music

Na sexta-feira, 12 de janeiro de 2018, o canal AUDIENCE Music reproduziu um show e entrevista sobre a Bea Miller. O programa foi reproduzido nos canais AUDIENCE Music DIRECTV (ch239) e U-VERSE (ch1114) ás 9PM ET/PT (18h no horário de Brasília).

Abaixo, o trailer promocional legendado pela nossa equipe.

Performance de S.L.U.T legendada, single do Chapter Three: Yellow.

Show + Entrevista (Sem legendas)

10.10.17
SAIU!: Chapter three: yellow.

Essa sexta-feira (06/10/2017) bea lançou mais 3 músicas da série dos chapters. O chapter three: yellow conta com as faixas repercussions, S.L.U.T. e to the grave – ft. Mike Stud.

O chapter three é um capítulo mais feliz, onde bea afirma que é quando você supera um problema e está melhor preparado para o que vem por acontecer. Aparentemente o single é S.L.U.T.

O que acharam? Vamos fazer muuuito stream com a gente no nosso twitter?

10.10.17
música para trilha sonora: Clipe de “Brand New Eyes”

No dia 29 de Setembro de 2017 recebemos o clipe de Brand New Eyes, música que bea compôs para a trilha sonora do filme extraordinário, com data de estreia prevista para novembro desse ano. No clipe podemos ver várias cenas que remetem ao filme, e várias da bea em um clima bem feliz, com muita presença de verde!

O que acharam beasts?

20.07.17
LEGENDADO: Entrevista LIVE Facebook 18/07/2017

Bea fez uma entrevista LIVE no seu Facebook nessa Terça-Feira (18/07/2017) e nós do Bea Miller Brasil legendamos para vocês! Confiram o vídeo aqui:

LEGENDADO: Live Bea Miller 18/07/2017

Bea fez uma entrevista LIVE no seu Facebook nessa Terça-Feira (18/07/2017) e nós do Bea Miller Brasil legendamos para vocês! Acessem nosso site beamiller.com.br e nos acompanhem no twitter/instagram (@beamillercombr) para mais da Bea Miller.

Opublikowany przez Bea Miller Brasil na 20 lipca 2017

02.07.17
SAIU!: Clipe de “Like That”

Nessa Quinta-Feira, 30 de Junho, Bea Miller lançou o primeiro clipe do Chapter Two: Red, da música “Like That”. É possível assistir ao vídeo logo abaixo:

Eaí beasts, o que acharam?

02.07.17
Tradução: Bea Miller para Examiner.

Nascida em Maplewood, residente de Los Angeles, atriz, cantora e escritora, Bea Miller adotou uma estratégia diferente de lançamento de música. A participante do X-Factor lançou seu álbum Not An Apology em 2015, mas esse ano ela está lançando uma série de EPs codificados em cores: “Chapter One: Blue”, “Chapter Two: Red” e o para ser lançado “Chapter Three: Yellow.”

“Eu tenho sinestesia,” ela explica. “É essencialmente quando você pode ver as músicas em cores. Então ‘azul’ são as musicas que escrevi quando estava me sentindo triste e perdida, ‘Vermelho’ foi escrito quando eu estava em um estágio de empoderamento, e estou escrevendo o ‘Yellow’ agora, sobre a luz e o fim do tunel.”

ENTREVISTADOR: Você foi criada por duas mães que estão no mundo do showbiz. Quão legal é isso?

BEA MILLER:”Tem sido incrível ter duas mães. Eu cresci em uma cidade onde todos em maior parte aceitam bem, e tem muitas famílias LGBTS lá. Então eu sou sortuda por ter crescido onde cresci, pois tem muitos lugares onde as pessoas ainda tem problemas com coisas assim. E eu era sortuda por ter experiênciado algo que era diferente, meio que fora dos padrões. Alem disso, ter duas mães incríveis que não aceitavam desaforo de ninguém me ajudou a me tornar a pessoa que sou.”

ENTREVISTADOR: Você não teve medo de recentemente falar sobre o duo The Chainsmokers no twitter, dizendo que eles só fazem música para conhecer modelos. O que foi hilário.

BEA MILLER: Sim. E muitas pessoas levaram muito a sério. Muitas vezes eu digo coisas assim, e as pessoas meio que ficam bravas comigo. Mas eu acho que muitas pessoas na verdade concordam comigo, porque é meio hilário ver que esses caras que são bem repugnáveis são tão sucedidos em um mundo bem feminista – É interessante, pra mim, que eles possam se safar disso.”

ENTREVISTADOR: Que tipo de sexismo você percebe na indústria da música?

BEA MILLER:”Bem, se você é um homem na música, você pode ser qualquer coisa. Você pode ser fofo, você pode ser estranho, você pode ser qualquer tipo de ser humano, e contando que as pessoas gostem da sua voz, elas vão te escutar. Mas se você é uma mulher, a não ser que você seja muito bonita, como uma modelo, você vai ter dificuldades em chegar ao sucesso. Eu não tenho beleza de modelo, como a Rihanna ou a Selena Gomez, mas eu também não sou super estranha, também. E até agora, eu me virei com isso. E eu sinto como se muitas mulheres tem esse problema, onde elas tem que se super-sexualizar ou fazer coisas estranhas e diferentes. Eu não me sinto bem com isso, e eu tweetei sobre isso. Quer dizer, você não vê homens correndo e rebolando nos seus clipes!”

02.07.17
Tradução: Bea Miller para PEOPLE.

Bea Miller liberou o primeiro clipe do seu Chapter Two: Red na quinta feira com a música ‘Like That’.

“Eu escrevi ‘Like That’ em um dia que eu acordei e pensei ‘Estou cansada de me sentir mal comigo mesma e cansada de deixar as outras pessoas me fazerem sentir como se eu devesse estar.'” Miller, 18, disse à PEOPLE sobre sua inspiração por trás da música. “Eu me lembro de sentir tanta raiva por ter estado triste tanto tempo, e literalmente me forcei a superar isso e ser uma pessoa mais forte e feliz. É difícil, mas é possível.”

Como parte do seu projeto de um ano de lançamento de um álbum, Miller diz que escolheu ‘Like That’ como a primeira música para divulgar o clipe porque é a primeira música na ordem do Chapter Two: Red.

“Estou divulgando minha musica durante o ano em 4 diferentes etapas e eu queria que fosse bem coeso.” a participante do X-Factor diz sobre colocar uma nova coleção a cada 3 ou 4 meses até o lançamento do seu segundo album studio, com nome à ser confirmado, em novembro. “Eu também estou fazendo um clipe para cada música que eu lançar.”

A razão por trás de ela estar adotando essa forma única de lançamento do seu álbum é atribuída ao fato de, ela diz, “As pessoas não estão ouvindo à musicas do jeito que elas costumavam ouvir. Quando você da pra alguém 12 músicas de uma vez é difícil fazer com que escutem à todas elas e realmente se envolverem com cada uma, então com essa fragmentação eu estou meio que ‘enganando’ as pessoas”, ela adicionou.

Miller lançou seu primeiro álbum studio, Not An Apology, em 2015 e desde então vem lançando uma série de EPs codificados em cores: Chapter One: Blue, Chapter Two: Red e o para ser lançado Chapter Three: Yellow.

“Eu vejo música em cores e o Chapter One: Blue é uma coleção de músicas em que vejo o azul quando estou ouvindo à elas – essas músicas tendem a ter um tema mais triste”, ela explica sobre a inspiração por trás dos nomes dos EPs. “O Chapter Two: Red traz um sentimento mais de empoderamento. Também inclui duas das minhas músicas favoritas que eu já escrevi, então eu amo ele!”

Como se músicas novas não fossem suficientemente animadoras, Miller também está para tomar o palco do Billboard Hot 100 Music Festival nos dias 19/20 de agosto em Long Island junto com alguns cantores que ela sempre se inspirou desde o início de sua carreira.

“Estou tão animada! Estarei performando no mesmo palco de algumas das pessoas em que sempre me espelhei quando eu era mais nova, isso é incrível!” ela disse sobre cantar ao lado de Demi Lovato, Big Sean, Camila Cabello e DJ Khaled.

28.04.17
Tradução: Bea Miller publica desabafo em sua conta do twitter

Ontem, dia 27 de abril, Bea Miller publicou um desabafo na sua conta do Twitter. Abaixo você confere o texto original e o traduzido.

“Recentemente eu tenho sofrido em aceitar o quão difícil é obter sucesso não apenas em qualquer coisa, mas especialmente na música, e eu queria falar sobre isso. Eu desejo tão desesperadamente todo santo dia que nós ainda vivêssemos em um tempo quando as pessoas realmente se importavam e acreditavam na música. Isso não é pra dizer que não tem muitos de vocês que me apoiam todos os dias, porque tem sim e eu vejo vocês e sou tão incrivelmente grata. Mas há ainda mais pessoas que, com nossa atenção coletiva se estendendo a cada dia, só se importam com uma música enquanto ela é popular no rádio e depois a esquece quando não é mais. Junto com isso, tem tantos cantores que ao invés de tentarem mudar isso, escrevem e lançam músicas que atendem ao estilo breve e atual e torcem para serem relevantes por algumas semanas pra que eles possam fazer isso de novo. Eu odeio isso. Eu odeio isso mais do que eu poderia sequer explicar pra você porque música é muito mais do que isso. Música é paixão e ódio e perdão. É perda que leva à solidão e tristeza, ganhos que levam à felicidade e sucesso, vida que leva tanto à corações partidos como à vitória. Nós somos nossa própria ilha, sozinhos no que nós sentimos até que um dia não estamos mais, e eu sinto que a música é uma parte muito importante da comunicação e entendimento que nós deveríamos valorizar mais. Seja apaixonado! Nós vivemos em uma sociedade onde tudo é fugaz e é desencorajador realmente se importar, o que é incrivelmente alienador. Eu sei sobre tantos artistas que colocam um esforço ridiculamente enorme em absolutamente tudo que fazem e são constantemente encobertos por outros que só fazem o que irá torná-los relevantes ao invés de fazer o que amam. Não perca a sua consideração e vontade pra procurar a consideração dos outros. Eu estou tão enjoada e cansada das redes sociais serem tudo pra todo mundo. Tão enjoada e cansada de saber que se eu não mando um tweet todos os dias me promovendo, ninguém se importa comigo ou com o que estou fazendo. Eu quero ser mais que isso! Eu quero que todos nós sejamos mais que isso! Encontre coisas que você ame e não desista delas. Encontre coisas que você ame e não permita que ninguém mude o que você sente por elas. Viva fora do seu celular e de toda baboseira que vem junto. Viva!!!!!!! E fique feliz! E triste! E bravo! E tudo mais!!!!! Encontre artistas que vão fazer o mesmo com você todos os dias e nunca desistam uns dos outros.”
Logo após a postagem, recebeu muitos comentários positivos referentes ao texto, mas também críticas, que deixaram a cantora bem magoada. Podemos ver isso abaixo no tweet que ela publicou logo após receber tais críticas (tradução logo abaixo):

” ‘Tenho algo pessoal e honesto que venho pensando a algum tempo e decidi compartilhar meus pensamentos com vocês.’

‘fake’

ironico. ”

 

28.04.17
Bea Miller para FUSE : BEA MILLER NO ‘CHAPTER ONE: BLUE’, IMPORTÂNCIA DA VULNERABILIDADE E FEMINISMO: ENTREVISTA

O site FUSE publicou uma entrevista com a cantora Bea Miller no dia 27/04/2017. E aqui está a tradução da entrevista completa em Português para vocês!

FUSE: Acredito que o Chapter One: Blue seja o trabalho mais honesto que você já tenha feito.

Bea Miller: Eu comecei a escrever esse álbum mais ou menos um ano atrás. Ainda não terminei de escrever todas as músicas porque queria que elas estivessem atualizadas já que vou estar disponibilizando elas em diferentes partes do ano. Sinto que ninguém escuta mais aos álbuns completos e é muito difícil encontrar as músicas pois ninguém pesquisa o suficiente para encontra-las. Então eu estava pensando como podia me conectar com isso. Então pensei que essa seria a melhor forma de fazer isso. Quando eu estava escrevendo elas sem planejar um lançamento, eu estava muito inspirada nos primeiros meses. Eu acordei uma manhã e percebi que eu estava reprimindo a minha realidade por muito tempo e não estava aceitando que algo muito importante na minha vida não estava mais fazendo bem pra mim. É por isso que a minha escrita antes não estava muito conectada comigo. Eu percebi isso e pensei “Ai meu Deus! Esse é o começo de uma nova vida e o começo de várias coisas novas que estou por escrever.” Eu estava sentada em um trem aquele dia, porque eu estava em Nova Iorque indo para o estúdio, e comecei a escrever no meu notebook sobre coisas boas que eram mascaradas como coisas boas. Então isso acarretou não só no Blue, mas em todas as outras músicas que estão por vir.

 

FUSE: Como você acha coragem pra ser tão bruta com suas músicas?

Bea Miller: Quando eu gravei meu primeiro álbum eu tinha 14 ou 15 anos, e nessa época eu não era uma escritora experiente. Eu tinha medo do que as pessoas iriam pensar de mim e eu estava passando por alguns momentos difíceis  então eu pensei que não poderia fazer isso. Eu não escrevi a maior parte das músicas naquele álbum e meus fãs falavam pra mim o quão significativas essas músicas eram para eles e o quanto elas os ajudavam. Eu me senti meio que uma mentirosa. Não era como se eu não me visse nas músicas, mas ainda sim não era a minha história. Isso me inspirou a dizer “Ok, de agora em diante eu não vou lançar músicas que eu não tenha escrito.” Eu quero ser a pessoa que realmente os ajude e esteja realmente lá por eles.

 

FUSE: Conte-me a história por trás de fazer “Burning Bridges.” É com certeza a mais intensa das três músicas.

Bea Miller: Escrevi algumas semanas após escrever “Song Like You”, que foi o marco inicial para uma música “o que eu faço agora?” sobre alguém na minha vida que não estava mais funcionando. Eu trabalhei nela com um produtor chamado Oak e uma co-escritora chamada Steph Jones. Steph é uma das minhas amigas mais próximas e ela sabia de tudo que estava acontecendo na minha vida. Eu estava contando pra eles o quanto eu estava com raiva e como me sentia abandonada. Como eles sabiam da história, foi fácil colocar numa música.

 

FUSE: Como você escolheu as cores para o projeto?

Bea Miller: Eu vejo músicas em cores, e eu coloquei elas dentro de grupos baseado nas cores que vejo quando escuto elas. Eu acho muito legal e acontece não só com qualquer um que veja músicas em cores, mas com qualquer um que relacione sentimentos com cores. O azul são os estágios iniciais de algo que não está dando certo. Você se sente sozinho e abandonado, mas você não aceita isso. Então o Chapter Red pode significar muitas coisas. É raiva e frustração mas também empoderamento. Você está meio que se preparando pra o que está por vir e escolhe resolver os seus problemas. Chapter Three, que é o Yellow, é de uma cor mais feliz. é o fim de uma experiência em que você você fica tipo “Eu aceitei isso, eu superei isso e segui em frente.” Agora estou preparada para encarar o que vem por aí.

 

FUSE: Os EPs vão virar um álbum?

Bea Miller: Sim, vou lançar três músicas a cada três meses. O álbum completo dos EPs  virá com mais três musicas.

 

FUSE: Existe tanta influências de artistas femininas recentemente. Você sente alguma pressão pra competir com elas?

Bea Miller: Não, nunca. Eu sou uma fã das artistas criando música. Eu sou animada e espero conhecer muitas delas, e também escutar a opinião delas porque eu respeito muitas delas. Mas nesse momento estou só pensando em mim mesma e no que eu preciso fazer.

 

FUSE: Eu sei que somos os dois fãs da Zara Larson!

Bea Miller: Eu adoraria conhecer ela! Espero que seja logo. Estou gostando muito de Khalid no momento também. Parece que todo mundo está descobrindo ele devagar. Ele acabou de lançar seu álbum e ele já está sendo bem reconhecido entre as pessoas que eu conheço. Eu escuto muito Beatles, mas obviamente eles estão aqui desde sempre.

 

FUSE: Da última vez que nos falamos você estava em turnê com a Selena Gomez. Quais são algumas das lições que você aprendeu enquanto estava na estrada?

Bea Miller: Aprendi muito sobre mim mesma. Estar ao lado das mesmas pessoas todos os dias na verdade te ensina muito, o que é surpreendente. Mas eu escutava as músicas da Selena e a assistia em Os Feiticeiros de Waverly Place, e ela é alguém que vem fazendo isso a tanto tempo e ainda sim é tão sucedida. Estar perto dela definitivamente me ensinou muito, e também viajar e cantar para novas pessoas todas as noites. Ela me mostrou que se ela pode fazer isso, eu posso fazer isso. E é isso.

 

FUSE: Nós temos visto você crescer nessa industria desde o The X Factor. Não é difícil as vezes?

Bea Miller: Acho que o mais difícil é o fato de eu ter sido tão aberta. Eu olho pra outros artistas hoje que também começaram muito jovens e o quão difícil é sempre ter pessoas olhando para eles. Quando você é adolescente, e até quando você já está passando pela vida, você comete muitos erros. É difícil quando outras pessoas estão olhando para isso e elas pensam “Você é uma criança. Como você pode cometer esse erro quando as pessoas estão olhando pra você?” Você não pode cometer erros. Se eu faço algo errado, eles podem obter uma ideia errada. Ao mesmo tempo, as pessoas que eu sou só uma pessoa fazem isso tudo especial.

 

FUSE: Você tem um relacionamento tão bom e aberto com seus fãs no twitter.

Bea Miller: Quando eu era mais nova eu estava procurando por um artista que me manteria atualizada e me diria a verdade. Mas na música pop, muitas das artistas jovens femininas de 2008-2009 eram muito “felizes e sortudas”, era tudo festas e se divertir. Isso era ótimo quando eu me sentia assim, mas não havia nada para quando eu me sentisse sozinha. Me tornei comprometida a ser essa artista que eu estava buscando quando eu era jovem. Acho isso especial, pois tenho 18 anos e mais ou menos a mesma idade de muitos dos meus fãs. Isso exemplifica a conexão.

 

FUSE: Mas as vezes você não teme compartilhar demais?

Bea Miller: Hmm, essa é uma boa pergunta. Eu realmente não planejo isso. As vezes eu sou muito aberta e as vezes privada e sinto que só as pessoas envolvidas devem saber sobre isso. Quando estou chateada com respeito a alguma coisa, preciso de tempo para escrever sobre isso ou conversar sobre isso antes de compartilhar com outras pessoas. Mas muitas vezes eu nem penso muito sobre o assunto, então tweeto ou falo. As vezes isso é mal visto mas tudo bem, isso é parte de ser humano. É mais humano quando você comete esse tipo de erro.

 

FUSE: Eu admirei quando você recentemente revidou The Chainsmokers por dizerem coisas preconceituosas com relação às mulheres. Ser feminista, como você leva isso em relação ao clima atual?

Bea Miller: Acho que todos deveriam emponderar todos. Obviamente isso é impossível a não ser que estejamos todos envolvidos. Mas para a maioria, se você ver alguém tentando rebaixar alguém, não importa se é homem ou mulher, você deve falar algo se você acredita que aquilo está errado. Mas nesse momento como mulher, nós progredimos por um tempo e agora estamos voltando pra quando queremos o respeito e a igualdade perante os homens. Então o que posso fazer nas redes sociais é ajudar a espalhar a igualdade e a mensagem que todos deveriam ser tratados igualmente, pagados igualmente, vistos igualmente e respeitados igualmente.

 

FUSE: Sua escrita melhorou muito bem. Você já pensou em fazer isso para outros artistas?

Bea Miller: Eu na verdade estou querendo fazer isso recentemente, mas eu tenho que achar a hora certa porque no momento estou tentando promover a mim mesma. Isso aconteceu com Ed Sheeran porque acho que ele escreveu “Shape of You” para tentar fazer Rihanna cantar originalmente.. As vezes quando escrevemos isso acontece muito e espero que algumas das minhas músicas possam ir para alguém e eu possa ver suas interpretações do que eu escrevi. Então eu definitivamente pensei nisso e adoraria ver as interpretações do que eles tem escrito. Então definitivamente eu pensei nisso e adoraria escrever para outros artistas em algum momento. Eu amo contar histórias e acho incrível que pessoas diferentes tem diferentes perspectivas de um mesmo fato.

 

FUSE: Eu gosto da sua tatuagem de um cérebro-coração. Qual das suas tatuagens conta a melhor história?

Bea Miller: Eu amo o cérebro-coração, essa é mais ou menos sobre os seres humanos e é algo universal. Mas eu recentemente tatuei duas árvores no meu braço.. São árvores de bordo porque sou de uma cidade chamada Maplewood. Uma tem folhas e a outra não. Simboliza que assim como existem estações no mundo e na vida, existem estações dentro de nós mesmos. As vezes você está lutando e não se sente importante. Então a próxima estação chega e todas as suas “folhas” crescem e o ciclo continua. Toda vez que você está bem, você eventualmente vai cair. É assim que a vida funciona.

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