Você fez uma parceria com o 3 Musketeers na campanha #ThrowShine. Do que ela se trata e por que ela parece algo muito bom para você?

Eu realmente tento me conectar com meus fãs em um nível mais pessoal e tento deixá-los saber o que está acontecendo na minha vida, as lutas que eu encaro dia-a-dia e as coisas maravilhosas que acontecem comigo, porque parte de ter uma mensagem positiva é ser sincero e dizer que coisas ruins irão acontecer, mas tudo ficará bem. Estou sempre tentando encontrar outras pessoas e empresas que também têm esses mesmos sentimentos e querem espalhar positividade, e o 3 Musketeers está fazendo a campanha do #ThrowShine, o completo oposto de jogar ódio – muito prevalente hoje em dia. A internet nem sempre é um lugar seguro para as pessoas: você vê muitas pessoas sendo boas para as outras, mas também vê muitas outras não sendo legais.

É uma campanha muito boa porque está inspirando as pessoas a dizerem e fazerem coisas legais para as outras ao invés de espalhar negatividade. Eu apenas acho que é uma mensagem incrível.

Como você espalha positividade na sua vida cotidiana?

Eu gosto de ser sincera com meus fãs. Quando eu era mais jovem, eu sempre desejei que tivesse alguma artista mulher ou atriz ou alguém em minha vida que eu pudesse admirar e que não dissesse somente sobre as coisas positivas, mas também sobre as lutas de suas vidas. Eu sempre me senti sozinha quando tinha problemas que eu tinha que enfrentar. Então, eu sinto que minha missão positiva é estar lá para quem precisa como eu precisei e desejei ter tido.

Seus fãs tem o cover de “This Little Light Of Mine” que você gravou para a campanha. Você pode me contar um pouco sobre como foi gravar essa música?

Foi um turbilhão de gravações que eu estava animada para fazer. Eu descobri a curto prazo que nós teríamos que gravá-la e eu estava compondo para meu álbum todos os dias naquele ponto. Eu estava muito ocupada, mas eu queria fazer isso. Normalmente começo minha sessão nos estúdios às 13:00 e vou até tarde para que assim eu posso dormir na outra manhã (risos), mas no dia seguinte que eu descobri que eu iria gravar a canção, eu fui para o estúdio e era, tipo, 10:00 e gravei a música. Nós nos divertimos muito porque é muito menos estressante cantar uma música que um outro alguém escreveu. É uma música fofa e todo mundo conhece. Foi divertido colocar minha própria versão num clássico.

Você esteve em turnê com Selena Gomez recentemente. Como foi a experiência?

Sim, foi incrível. Foi inspirador estar em turnê com alguém como Selena que, você sabe, tem feito coisas assim por muito tempo e ela é uma jovem mulher que está fazendo o que ela quer. Ela está fazendo a música que ela quer, e todos nós temos nossos altos e baixos, mas eu acho muito inspirador que mesmo com tudo isso ela conseguiu manter-se e tem estado lá para inspirar e ajudar outras pessoas. Foi muito bom ser parte daquilo.

Você mencionou que está escrevendo e gravando muito recentemente. O que podemos esperar em seu próximo álbum? Algumas músicas serão como o single “Yes Girl”?

Eu diria que algumas músicas são similares a “Yes Girl”, mas eu tenho diferentes gostos musicais. Todas as minhas músicas são coesivas, mas musicalmente elas todas são inspiradas por diferentes tipos de artistas e meu gosto musical próprio misturado. Então, provavelmente isso não me ajudou muito (risos), mas eu lançarei nova música em fevereiro e eu diria que eu escrevi cerca de 70 músicas ao longo do ano. Foi muito difícil reduzi-las, mas nós iremos lançar as melhores delas.

70 músicas?! Como você conseguiu escolher algumas de muitas?

Eu me sinto mal sobre isso porque você só pode usar, tipo, umas 12 delas! Você tem que separar aquelas que realmente tem mensagens importantes para você ou estão bem próximas de seu coração, mas elas não necessariamente são tão boas quanto outras que você escreveu. Dito isso, você ainda pode lançá-las a partir de outros artistas cantando e talvez eles possam transmitir a mensagem [contida na música]. O sentimento é uma espécie de yin-yang.

Para encerrar, eu amei rever você no “X Factor” esses dias. O que você aprendeu durante essa experiência que permaneceu com você anos depois?

O que eu mais aprendi é que você não pode deixar o julgamento de outras pessoas mudar quem você é. Você não pode deixar isso te afetar e você não pode deixar de acreditar em si mesmo só porque outra pessoa o fez. Eu fiquei em 9º naquele show, mas agora estou fazendo tantas coisas que estou orgulhosa de mim por fazê-las. Estou fazendo minha própria música! Mesmo que não fui a primeira para muitas pessoas, eu sou a primeira para mim. Não deixa a opinião de ninguém afetar a sua opinião sobre você.

Fonte: AOL
Tradução e adaptação: Bea Miller Brasil